Arquivo da categoria: turismo

Affe

Padrão

O blog ficou parado porque, entre conclusão do estágio, viagem dos sonhos para Barcelona (e pesadelo porque fui furtada lá) e preparativos pra volta, além da ansiedade monstra de voltar e ver minha família e meu namorado lindo, não vai dar pra elaborar nada por enquanto. Meus dois leitores, aguardem os próximos capítulos! 🙂

Anúncios

Cascais

Padrão

Lugar-coisa-linda pertinho de Lisboa.

Cascais é região de praia (de água gelada, de vento gelado, tava frio, sacou?) mas é tão diferente das nossas praias e tão absurdamente bonito. E fui acompanhada de gente tão legal. Bom, foi um primeiro de maio perfeito.

Image

Boca do Inferno. Pra mim era mais um paraiso 🙂

(meu teclado esta, assim como eu, morrendo de saudade de casa e o acento agudo morreu. A letra T agora tambem esta acompanhada do ipsilon – assim tyyyyyyyyyyyyyyyyyyy – mas esse eu consigo arrumar! Dissertação com ipsilons e sem acento… quem nunca ne?)

um lembrete

Padrão

Lisboa, sua linda, tô esperando a primavera tá? Não esquece dela não #ficaadica

Na foto da Torre de Belém dá pra ver como o tempo tá delicia aqui (NOT) Aliás, não achei a Torre de Belém lá grandes coisas não (desculpa, Portugal!). É bem claustrofóbica, na verdade… embaixo dela tem uma prisão que o teto deve ter 1,70m mais ou menos. Imagina aquilo a noite, o mar batendo nas pedras, o frio, e nego agachado naquela salinha? (eu nem tirei foto porque minha vontade foi sair correndo assim que entrei!).

Image

Não custa perguntar: primavera, cadê você?

Tourada no Campo Pequeno

Padrão

Quem viu onde moro, sabe que é muito próximo à Praça de Touros que, como o nome diz, é uma grande arena para a realização de touradas.

Image

E essa foto é do dia em que resolvi “conhecer a cultura” e me fui, comprando o lugar mais barato, para assistir a tal carnificina manifestação cultural.

O início é muito bonito:a cerimônia de abertura, aquelas pessoas bonitas e bem vestidas, a orquestra, o público aplaudindo. Eu aplaudi também, mas os aplausos terminaram na abertura mesmo.

Image

No google aprendi que o que acontece no Campo Pequeno (e talvez seja a tradição portuguesa, mas não sei) é o “rejoneo”, que consiste no toureiro a cavalo. Há um espécie de hierarquia: são três toureiros a cavalo competindo, e há, nos intervalos, os homens que seguram a famosa capa e fazem o “olé” e os  “forcados”, que são os caras que de fato encaram o boi na unha. Mas a competição ocorre mesmo entre os três montados, que se alternam em enfincar as espadas no lombo do boi. Os forcados só entram quando o boi já está bastante machucado, pingando sangue na arena – e sim, as pessoas aplaudem e vibram pelo toureiro que enfinca mais espadas.

Sinceramente, por mais respeito à tradição e à cultura, eu queria muito que os toureiros se fodessem! Lembrei daquela cena do filme “O Gladiador”. que o imperador machuca o Maximus antes da batalha… é a mesma coisa! O touro já entra machucado,  e só depois de umas duas espadadas é que entram o rapaz com a capa e depois os tais forcados… Eu não consegui aplaudir. Não só não aplaudir: eu morria de pena do bicho. Ele estava ali, sendo machucado, atordoado, só para satisfazer sei lá o quê! Os nossos rodeios no Brasil, que são proibidos em muitos lugares como Campinas, são fichinha perto da maldade.

É bom frisar que é tudo muito diferente do que, pelo menos eu, tinha em mente de o que seria a tourada: o homem com a capa e tal. Quem manda ali é o cara do cavalo, e os cavalos são espetaculares! Eu só queria ali que nem o touro, nem o cavalo se machucassem! Sai antes do fim e descobri que um dos forcados, esses meninos aspirantes a toureiros, se deu bem mal nessas de tentar imobilizar o touro.

Pra quem defende que é tradição, um grandissíssimo FODA-SE! É fácil defender tradição quando não é no seu lombo que estão enfincando espadas, né bonitão?! Por mim, agora com conhecimento de causa, que se proibissem  todas as touradas sim! A diversão de ninguém deve se dar às custas de um animal ser machucado e morto. Dá pra se divertir com muita coisa que não signifique o sofrimento de outro… vocês tem imaginação, ibéricos… sei que podem fazer melhor 😉

Image

Foi a primeira vez que fui feliz em não ter dinheiro, porque senão teria tido a “brilhante” ideia de ver esse massacre de perto…